Fui no cemitério do Caju, onde estão enterrados Paschoal e André Magnelli, tentar descobrir em quais cartórios se encontram as certidões de óbitos deles. Como não tinha a data completa do óbito de nenhum dos dois tive que contar com a boa vontade do atendente da administração do cemitério, do contrário terei que ir até a Santa Casa de Misericódia pagar uma grana para fazer a busca.
Tive sorte, o homem que me atendeu foi muito simpático. Como eu sabia o mês e o ano do óbito do André e de se tratar de um óbito recente ( março de 1998.) foi possível procurar com facilidade no livro daquele período. Estava lá: André Magnelli, falecido em 16 de março de 1998, certidão de óbito na 8ª Circuscrição, no bairro da Tijuca. Já para o Paschaol não foi possível encontrar pois eu não tinha certeza do mês do óbito (setembro ou outubro), apenas do ano (1968.). Este é um registro muito antigo, para isso será necessário a data exata ou o número da sepultura. Ele me deu a seguinte idéia: já que a família tem um jazigo neste cemitério, descubra a data do óbito de outro membro da família que também tenha sido enterrado lá, daí descobriremos o número da sepultura e consequentemente a data do óbito do Paschoal. Não pude seguir este raciocínio através do André porque ele não quis ser enterrado no jazigo da família. Brigas de família…
Do cemitério fui direto para o cartório na Tijuca. Lá solicitei a 2ª via da certidão de óbito do André. Aproveitei e pedi várias buscas naquele cartório: nascimento do André, nascimento do José (filho do André) e óbito do Paschoal (neste cartório é possível fazer busca apenas com mês e ano do óbito, o que não foi possível fazer no cartório do Estácio).
Conclusão do dia: mais uma certidão em mãos e a esperança de descobrir onde estão as outras certidões.